Após a guerra, Severo é inocentado e retorna à lecionar para seus alunos cabeças-ocas. Um acidente com uma poção, para variar, do Sr Lonbotton, vai agitar e virar a vida do mestre de poções de pernas para o ar.
Rated: M
Shipper: Severo e Hermione
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Shipper: Severo e Hermione
Olá leitores, acho que alguns de
vocês já devem ter lido essa fic há muito tempo atrás escrita por SABRINA E
SAMANTA, na verdade éramos eu, Leyla Poth e a Marília que escrevíamos. Está ai
desvendado o mistério, kkkk! Depois de todo esse tempo resolvi terminar a fic,
e estou postando tudo de novo, dessa vez na minha conta e blog. Não mudarei em
nada a historia, só acrescentarei o final dessa epopeia. Se você já leu saberá
em fim, se o Príncipe se calara ou não, e se não leu, tomara que você de boas
risadas e se divirta.
Beijos,
Leyla Poth.
O Pequeno Prince
Todo aquele
dia parecia normal. Era o primeiro horário. Aula dupla de poções para o sétimo
ano. Turmas da sonserina e da grifinoria.
Severo Snape
andava entre as carteiras observando o andamento das poções. Ele, depois da
guerra e da derrota de Voldemort, conseguiu provar sua inocência quando
Dumbledore reapareceu vivo para a batalha final, todos se perguntaram como tal
façanha fora realizada, e os dois contaram que a morte de Dumbledore, não passara
de uma encenação para convencer Voldemort da lealdade de Snape, e dessa forma,
ele continuou espionando para a Ordem.
Mas toda essa
historia aconteceu no passado.
Neste ano, o
que preocupava Snape não era seu jogo duplo de espionagem e sim a volta da
turma que tinha cursado o sexto ano no ano retrasando: A turma do Potter. Eles
haviam voltado para Hogwarts para concluir seus estudos, visto que a escola
ficara fechada no ano anterior em decorrência da guerra.
Snape passava
entre as cadeiras quando seu ouvido afiado notou um estranho borbulhar vindo da
fila da frente. Ele pensou logo que deveria haver algo errado na poção do
aluno, pois a poção que ele passara no quadro, não borbulhava tanto a ponto de
começar a sair espirros do caldeirão.
Ele virou-se
para ver de quem era a poção borbulhante e não se surpreendeu ao constatar que
era o caldeirão de Neville Longbotton. Andou rapidamente até o lugar onde o
rapaz estava sentado e falou furioso:
- Sr
Longbotton! Que pensa que está fazendo? Quer nos matar a todos com essa coisa? Essa maldita poção que você está fazendo irá
explodir seu incompetente!!!! –A alteração de Snape assustou tanto Neville, que
sem querer ele esbarrou no caldeirão e o liquido caiu bem encima de Snape
sujando toda a sua calça bem na altura do fecho.
Ele sentiu a
poção fervendo machucando sua pele, mais que depressa ele tentou tirar a
varinha da manga para limpar o liquido que queimava a base de sua barriga até o
começo da coxa. Põem, sua mão tremia pela dor, e ele acabou deixando a varinha
cair.
Sentia uma dor
terrível na virilha. Acho realmente que sua possibilidade de deixar
descendentes estava seriamente ameaçada. Quando tentou afastar as vestes
molhadas do contato com a pele queimando a ponta dos dedos, uma de suas mais
odiosas alunas, a “sabe-tudo grifinoria” levantou-se rapidamente tocou-lhe o
ombro para que ele ficasse reto, e apontando a varinha para sua virilha ela
gritou histérica:
- EVANESCO!!!
– E rapidamente o liquido saiu de sua calça, dando à ele um grande alivio.
A calça agora
estava tão limpa quanto antes, ou quase, por que o tecido ficou
irremediavelmente manchado e com um cheiro de ervas queimadas repulsivo.
Snape estava
vermelho. Não sabia se por ainda estar sentindo na pele os efeitos da poção
quente, ou por ter tido seu ‘brinquedinho’ salvo por uma de suas alunas mais
detestáveis.
Neville estava
branco de medo assim como uma vela de cera, seus olhos estavam vidrados e
olhavam para o chão sem querer encarar o professor, Snape apenas olhou feroz
para o garoto de disse:
- Detenção Sr
Longbottons! Com o Sr Filch essa noite as 7 horas! Acho que uma noite polindo
troféus irá lhe ajudar a ter mais atenção!
Snape preferiu
delegar o garoto a Filch, não suportaria olhar para a cara dele sem lançar-lhes
mil imperdoáveis.
Rapidamente
ele disse à sala que a aula estava acabada, e que todos engarrafassem amostras,
que ele às avaliaria até o ponto médio. Após receber o ultimo vidro de poção
para avaliar, ele disse para a garota de cabelos lanzudos:
- Senhorita
Granger.
- S-sim
professor. – Disse a garota com a voz tremula.
- Cinco pontos
para sua casa, e parabéns pelo raciocínio rápido. – Falou ele olhando apenas
para os papéis de sua mesa.
Após alguns
minutos ele olhou para frente. A maldita garota ainda não tinha saído. E tinha
um sorriso bobo de surpresa no rosto. Parecia estar sonhando.
Ser elogiada
pelo professor mais difícil de Hogwarts era no mínimo lisonjeiro. E receber
pontos então... Estava acima da compreensão de Hermione. Dessa forma, ela
estacou sem conseguir se mexer. Estava feliz e bestificada.
- O que está
esperando para sair da minha frente senhorita Granger??? Perder os cinco pontos
que acabou de ganhar para sua casa??? – Disse Snape mal humorado. Ele ainda
estava com muita raiva de Longbotton.
Hermione deu
um soluço, como se acordasse, e saiu correndo da sala em direção a torre da
grifinoria para contar aos amigos o que havia acontecido.
Snape observou
a garota sair. A monstrinha estava cada vez mais linda... Tomou um susto com
seus pensamentos, e repreendeu-se. Afinal era um professor! Não podia ficar
andando por ai pensando em suas alunas.
Saiu da sala
ainda com mais raiva por estar pensando luxuriosamente em uma aluna e andou vagarosamente
até seus aposentos. Ele não tinha os próximos períodos de aula e iria
aproveitar para trocar aquela calça e tomar um banho para tirar o cheio de mato
queimado do corpo.
Entrou e foi
logo tirando a roupa, ele estava todo fedido, aquilo o deixou com mais raiva
ainda do garoto Longbooton. Ainda bem que delegara a detenção à Filch, se não
ele não responderia por si durante o período que estaria a sós com o garoto.
Ficou nu e foi
para o banheiro abriu o chuveiro e começou a se lavar, passou sabonete no peito
e nos braços. Começou a lavar as pernas e logo foi para seu órgão, ao qual ele
chamava nos momentos mais íntimos de Pequeno Prince. Ele concentrou o trabalho
naquela parte. Afinal, fora onde o maldito Longbotton derramou a poção. Pegou
uma grande esponja cheia de sabão e soltou a espuma sobre local que ainda ardia
devido à poção quente. Já ia começar a esfregar com a mão quando sentiu uma
comichão estranho e ouviu um tossezinha no seu banheiro, olho em volta e não
viu ninguém e então ele escutou:
- Oh, merda!
Ta querendo me sufocar? Poxa cara! Eu esperava o mínimo de consideração da sua
parte, caramba, a gente já passou tantos momentos bons juntos!
Snape ficou
congelado, de onde estava vindo aquela voz, uma voz idêntica a sua, por um
momento ele achou que estivesse ficando louco, mas ai ele sentiu uma reação de
seu corpo. O ‘pequeno Prince’ estava ereto.
Ele olhou para
baixo sentindo uma extrema confusão. Para seu desespero, ele viu seu pênis
voltado para cima, como se o encarasse.
Na verdade, parecia muito contrafeito, e ainda cuspia espuma.
Snape passou
as mãos nos olhos desesperado. Não, não e não! Ele só podia estar tendo
alucinações! Não era possível!
No entanto
estava acontecendo bem na sua frente, o seu pênis estava falando com ele!!!
Mas... Como???
Subitamente
ele lembrou-se da poção maluca de Neville. “Maldito garoto” – Pensou Snape
sentindo um terrível frio no estomago. Mas logo seus pensamentos foram
interrompidos pela voz que vinha de sua cintura:
- Cara, só um
toque, nada pessoal, mas vê se troca de cueca de vez em quando, está bravo
ficar dentro delas viu?
Severo agora
estava mesmo assuntado, ele não fazia idéia de quais ingredientes ou como eles
tinha sido misturados pela toupeira do Neville. Desta forma ele não sabia como
reverter essa situação e olhando para baixo, ele disse:
- Cala a boca,
você não devia falar! Fica quieto!
O peru sorriu com sarcasmo e disse:
- Eu falo o
quanto eu quiser e se quer que eu fique calado, vem me fazer calar,
vem....vem....quero ver!
Snape sentiu-se ultrajado. Ficou furioso. Pegou
a bucha e soltou outra grande quantidade de espuma no Prince (não cogitou em
bater, pois obviamente sentiria muita dor). Mas para sua surpresa, o peru
virou-se espetacularmente para o lado se desviando da quantidade abundantes de
espuma que Severo havia jogado, e disse:
– Otário, você
acha que eu sou fraco, não sou fraco não, eu sou mais eu... – Soltando um
pequeno suspirinho, o pequeno Prince resolveu parar de brigar e disse: - Olha
vamos fazer as pazes, e vem cá... Você vai me limpar ou não, e vê se passa um
pouco de shampoo em mim, por que eu gosto de ficar apresentável, sabe como é
para as gatinhas.
Snape olhou
abobalhado e disse para os azulejos:
- Isso não
pode estar acontecendo, eu devo estar ficando maluco!!!
O maldito peru cortou a dramatização de Snape e
disse:
– Tio, ta
acontecendo sim. E bem embaixo do seu nariz... E que chulapa de nariz você tem em??? Ainda bem que eu não tenho nariz, imagina se
eu tivesse e fosse igual ao seu? Eu não ia conseguir entrar em buraquinho
nenhum, se é que você me entende – Para desespero de Snape, o pênis se
movimentou para frente e para traz demonstrando sobre o que ele estava querendo
dizer e continuou – OOOh tio, quando nos vamos dar uma voltinha, estou
precisando de diversão... Ta ligado???
Severo ficou apavorado, ele não
acreditava no que estava acontecendo. De boca aberta, sem fala, ele olhava para
seu amiguinho de baixo... Merlin, e ele estava vivo!
O bruxo saiu do chuveiro ainda
com sabão no corpo e totalmente nu, foi direto para o laboratório. Ele tinha
que conseguir um antídoto para a desastrosa poção do Longbotton! – Pensou
desesperado.
Mas que diabo de poção aquele
imbecil tinha, sem querer, conseguindo fazer? – ele se perguntou. Snape não
tinha a menor idéia. Ele partiu do principio que ela tinha quer ser feita com
os ingredientes disponíveis naquela aula, foi olhar quais eram e colocou tudo
sobre a bancada, ele olhou para eles, e perguntou para si mesmo:
- O que o longbotton faria, e
onde ele teria errado? As possibilidades eram infinitas e Snape começou a se
desesperar. Preciso pensar como o Longbotton... preciso pensar como o
Longbotton – ele repetia em sua mente como um mantra. Ele estava tão
concentrado que levou um susto ao ouvir:
– Tio, para você pensar como um
longbotton, você teria que tirar metade do seu cérebro. E não leve isso como um
elogio, não é que eu te ache muito esperto, mas o moleque é uma mula. – Disse o
principezinho se esticando todo e apoiando a cabeça na beirada da bancada.
Snape olhou para a cintura e
falou:
– essa é a primeira coisa sensata
que você disse, mas eu sou esperto sim, e vou fazer você calar a boca para
sempre! – ele disse ameaçadoramente para o órgão.
O ‘Pequeno Príncipe’ que estava relaxado ficou
duro. Com uma postura ereta e imponente falou: – Meu, você pode até tentar,
mais não vai conseguir, você não faz idéia de como vai fazer, e está aqui no
meio do laboratório, pelado e perdido.
Não se dando por vencido o bruxo
começou a misturar os ingredientes de qualquer jeito, como o longbotton faria,
cortados sem o menor cuidado e misturando tudo mexendo bastante, o liquido do
caldeirão começou a borbulhar igual ao do rapaz mais cedo e Severo achou que
tinha conseguido, ele pelo menos saberia o que o atingiu, e assim poderia fazer
o antídoto!
Ele pegou um pouco do liquido
jogou sobre uma pedrinha da masmorra para ver se ela também ganhava vida, mas
para o seu espanto a pedra foi derretida por completo. Ele ficou decepcionado e
ouviu uma risada sarcástica vinda de baixo: – Ainda bem que você não foi burro
o suficiente de jogar esse troço na gente!
Snape olhou para baixo e fez uma
cara raivosa terrível e falou – se você não fosse parte de mim eu já tinham o
matado a muito tempo, talvez eu possa encontrar alguma maldição que funcione só
em você e não me afete – Snape falou malévolo.
O pênis olhou para ele e falou desafiador: -
Quer tentar? Mas, saiba que se não der certo eu vou me vingar, e você nunca
mais vai ser você mesmo – Snape fez uma careta para ele e teve uma ideia. Ela
parecia imensamente constrangedora mas, não tinha outro jeito, ele iria
procurar Dumbledore.
O professor vestia-se com
urgência, queira acabar logo com aquilo, mas na hora de fechar a calça o
príncipe não queria deixar-lo abotoar a veste, por que ele queria uma frestinha
para olhar o caminho, mas Severo empurrou-o e ameaçou fechar o zíper nele,
fazendo com que o bichinho encolhesse. Assim Snape conseguiu sair
descentemente, com o mínimo de dignidade.
Severo entrou de supetão na sala
do diretor, velho levantou os olhos e sorriu cordialmente como sempre, e
perguntou – olá Severo, o que lhe traz aqui há essa hora, algum aluno fez
alguma travessura, ou ficou com saudade das minhas xícaras de chá?
Severo olhou para o velho e no
auge do desespero foi logo abrindo a calça e pondo o príncipe para fora. Dumbledore
que estava sorrindo fechou a cara com o susto e deu um salto na cadeira. Severo
olhou-o com desespero. - Alvo, você precisa me ajudar com isso. - Ele disse e
foi se aproximando do velho balançando o dito cujo na mão. O diretor levantou
rápido da cadeira e tentou manter distância de Severo, que sem perceber a razão
do medo do diretor disse: – Por favor, Dumbledore, chegue mais perto, você é o
único que eu confio para resolver meu problema.
O diretor foi ficando branco e encabulado e
falou com voz temerosa – Severo eu não sei por quem me tomas, mas eu não sou
chegado nesse tipo de coisa meu rapaz. E eu também não sabia que você era... –
as palavras morreram na boca do bruxo velho, em seguida ele completou
balançando a cabeça: - Que decepção, sempre te achei tão macho.
Severo ficou de boca aberta, o velhote
esclerosado estava pensado que ele o estava cantando! A idéia era nojenta!
Severo olhou-o com o nariz torcido em repulsa e falou muito bravo:
– Seu velho pervertido, eu não estou falando
desse tipo de ajuda, eu tive uma ocorrência na aula de poções hoje cedo com o
Longbotton e estou com um problema e você é minha ultima esperança! Eu só
queria que você desse uma olhada para ver se pode me ajudar!
O diretor respirou aliviado e
fazendo uma cara quem chupou uma balinha de limão que por azar não continha
açúcar, foi se aproximando do professor com cautela. Olhou para o pênis deste e
falou: – Parece que está normal. Se você está com alguma doença deveria
procurar a Papoula – Completou o diretor desviando rapidamente o olhar para o
rosto de Severo.
Severo olhou para ele aborrecido
e falou – Se fosse tão simples eu já teria ido, o que aconteceu é um pouco pior
que uma coceira Dumbledore, o meu pinto está falando!
O velho olhou para Snape e disse – você está
ficando louco? Como assim ele ta falando?
Snape explicou: – Ele começou a
falar depois que o Longbotton derramou em mim uma poção errada.
Dumbledore, a contra gosto, se
aproximou e olhou melhor para o pinto, e esse continuava impassível, murcho e
caído para o lado. Então velho afastou-se falou – ele não me parece falante
agora. Dumbledore começava a achar que Severo andava exagerando no Firewhisky.
- Agora ele está calado! Está se fazendo de
bobo ele agora mesmo estava falando! – Snape se defendeu contrariado.
O velho fitou-o e de repente um
brilho cintilou o olhar do diretor, ele parecia ter entendido o que aconteceu e
começo a rir, olhava para Snape e depois para o pinto, ria descontroladamente.
Sentou-se numa cadeira, pois as gargalhadas estavam tirando-lhe o fôlego.
Severo ficou com uma cara terrível e disse –
Pare de rir seu velho caduco, eu estou com um sério problema aqui, e você fica
rindo desse jeito? Você está achando muito engraçado por que não é com você! –
Ele vociferou.
Dumbledore tentou segurar o riso, o que foi
mil vezes pior, por que depois de um tempo, ele começou a ficar vermelho e logo
depois disparou a rir de novo, e entre as risadas falou: – Eu nunca vi ninguém
nesse estado, mas já soube de uma caso como esse. Um amigo do meu irmão passou
por algo assim, mas já faz muito tempo...
Severo estava com raiva, mas sentiu um alivio,
afinal, pelo menos o velho tinha idéia do que estava acontecendo. Então
perguntou: – Ele se curou??
Dumbledore, que ainda não havia
se recuperado falou em meio ao riso: – Sim, ele se curou, na verdade a cura é
bem simples, basta você ter relações com primeira mulher que você desejou
depois de receber a poção, diga Severo, você desejou alguém depois disso?
Severo olhou para o velho e falou sem pensar:
- Não, depois da aula eu fui direto para meu quarto e de lá vim para cá...
Dumbledore secou uma lágrima de
riso e então falou: - Então vá dar uma volta por ai. Vá a Hogsmeade e procure
alguém – ele sugeriu - e você estará livre desse seu problema pela manhã.
Severo estava feliz. Ele saiu do escritório do
diretor e partiu rápido para o povoado, ele ia dar umazinha e resolver tudo o
mais rapidamente possível.
Em Hogsmeade, Severo foi logo ao
Cabeça de Javali. Se era pra achar alguém disponível para uma noitada esse era
o melhor lugar. Ele sentou-se numa mesa e ouviu a voz que tanto o atormentava
falar baixinho: – vê se arranja uma rapariga bonitinha, se eu não gostar eu não
colaboro está me escutando? Por enquanto eu vou quebrar seu galho e ficar
calado, mas é só por que já faz muito tempo que eu não chego nem perto de uma.
Por isso vou colaborar.
O pênis começou a se mexer e se insinuar pelo
cós da calça. Severo ficou constrangido e cruzou a perna para disfarçar o
movimento, o pênis disse – olha aquela ali no balcão, bem jeitosinha, com ela
eu ficava quietinho, vai lá, tenta aquela – Severo olhou a moça e teve vontade
de se matar por concordar com o pinto, ele se levantou e foi tentar uma
aproximação.
- Ola. – Severo disse em uma voz
sedutora para a bruxa.
A moça olhou-o e deu um meio
sorriso sensual. – Oi... Vai me pagar uma bebida?
Severo apenas levantou a mão para
o barman e pediu: - Um firewhisky para mim, e para a moça... – Ele deu espaço
para que ela respondesse.
- O mesmo para mim também.
Severo sentiu o ‘pequeno
príncipe’ mover-se excitado, e curvou o lábio em um meio sorriso. Aquela noite
prometia, e ele rapidamente se livraria das tagarelices de seu pequeno
príncipe.
SsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSs
Nota da Leyla Poth:
Gente, estou mantendo abaixo as
notas escritas na época que escrevíamos essa fic com nossos pseudônimos por que
são muito engraçadas e contam parte do nosso momento enquanto
escrevíamos..
Leyla Poth – Sabrina
Marília – Samanta
SsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSsSs
(Samanta) - Oieeeeee! Eu sou a
beta e co-escritora dessa fic! *estendendo à mão para os leitores* Prazer povo!
Uhauhauhauh. E essa aqui é minha gêmea maligna Sabrina *apresentando a Sabry*.
(Sabrina) – Oiiiiiiiii!
Uahauhauha.
(Samanta) – Ela é a escritora
oficiallll e dona dessa idéia maravilhosa!
(Sabrina) – Obrigado Samy. ^^’.
Sua puxa saca!
(Samanta) – Ah Sabry, vc sabe que
eu sou sua fã! Eu não tenho medo de parecer puxa saca! Uahuahuahauh.
(Sabrina) – Ai gente... Mas e ai?
Vcs gostaram?
(Samanta) – A Sabry tah morrendo
de medo de vcs não terem gostado. *cutucando as costelas da Sabry*.
(Sabrina) – Aiii, para com isso!
*olhando zangada*. Não é nada disso!
(Samanta) – Sei... *olhando
desacreditada pra Sabry*
(Sabrina) – Bom gente. Acho que
essa história vai render umas boas risadas! Hahaha, Ei, eu já morro de rir
escrevendo! Nossa, eu sou malévola com o Sev! Hahaha. Mas e ai? Que vcs acharam
do pequeno príncipe? *olhar safado* Bunitinhu ele né?
(Samanta) – auhauhauha *rindo que
nem o Dumby*. Aiii, Quero só ver o que mais se esconde nessa mente doentia da
minha irmã!
(Sabrina) - *olhando
diabolicamente para a Samy e para os leitores* Ai vcs não ter que esperar pra
ler no próximo capítulooo...
(Samanta) – Mal posso esperar.
*olhinhus brilhando* Então tchau povo! Até o próximo cap!
(Sabrina) – Tachau... hehehehe .
*carinha de santa*

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